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Qui, Maio 17, 2012
Portáteis vão baixar preço em 2012
Publicado em 24 de Janeiro de 2012, Terça-Feira - 20:36
 
A conclusão é da Toshiba e foi apresentada num encontro anual que a marca promove no sentido de identificar as principais tendências de mercado.
 
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Segundo a companhia, o mercado de mobilidade passa por uma forte transformação e, no caso dos portáteis mainstream, espera-se que o preço de venda ao público, que já havia descido de 600 para 525 euros de 2010 para 2011, se possa situar agora situar num valor médio de 500 euros por unidade.
As fortes estratégias promocionais que as principais cadeias retalhistas têm vindo a desenvolver – por exemplo a compra sem IVA – constituíram um factor importante para que o consumo doméstico de portáteis se tenha mantido no positivo, minimizando as quebras registadas no mercado empresarial e institucional.
Durante 2011, venderam-se cerca de 900 mil portáteis em Portugal, números que devem descer para perto dos 700 mil no corrente exercício. Boa parte desta quebra deve-se ao “desaparecimento” do mercado institucional de escolas, que havia sido um dos principais catalisadores de mercado nos últimos anos. O padrão de consumo em Portugal está muito centrado no preço, com mais de 80 por cento das vendas a ocorrerem com a aquisição de equipamentos abaixo dos 600 euros. Contudo, os fabricantes continuam a apostar na inovação como driver de crescimento e espera-se para 2012 a consolidação do mercado de tablets e o alargar da vertente ultrabook, devido à combinação excelente entre desempenho e portabilidade.
Em 2011, venderam-se cerca de 100 mil tablets e o número deverá duplicar durante o corrente ano, como se comprova pelas vendas do último natal, em que foi comercializado um tablet por cada dois portáteis. Outra área em franco avanço são os denominados ultrabooks. Trata-se de portáteis de alto desempenho, para os quais estão até a ser lançadas s primeiras referências i7, que trazem a vantagem daportabilidade. Espera-se que estes equipamentos venham também a descer preços nos próximos tempos, permitindo o massificar do seu consumo. Em boa verdade, já andam na ordem dos 1000 a 1500 euros, quando não há muito tempo tínhamos de gastar mais de 2000 para ter um equipamento desta natureza.
Escrito por Luis Aragão
 
 
 
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